O colapso, terror de um abalo por um fraco inconsequente. O lapso, feito contrário do esperado.
Um isolado segundo retorcido pelo passo disperso dado no escuro. Um minuto refletido pelo dispersar dos atos consequentes. Uma hora estragada pelas consequencias atuadas no tempo. Um dia sem tempo de corrigir o primeiro ato. Uma semana incorrigível. Um mês definitivo. Um ano improdutivo.
Guardamos onde queremos e o que queremos sem saber o retorno. Sutilmente batemos de frente com os princípios. Infelizmente não exageramos nos cuidados. Mas simplesmente nos julgamos fracos para justificar o que poderíamos evitar.
Erramos, mas será que tentamos acertar?